Mali Brasil vem mudando o mundo fazendo sua parte, transformando resíduos eletroeletrônicos em computadores de alto desempenho.
Brazil Flag +55 (11) 2859-4275 (Nosso Número)
MaliBrasil
Certificação R2 V3

Destruição de dados certificada: Certus, BitRaser, destruição física e laudo de auditoria

Equipamentos eletrônicos aguardando a destruição segura de dados.

Todo equipamento que sai da sua empresa carrega dados: contratos, folhas de pagamento, cadastros de clientes, credenciais. Formatar não apaga nada disso — os dados continuam recuperáveis com software gratuito. A Mali Brasil faz a destruição de dados com método reconhecido (sanitização por software certificado ou destruição física), registra cada mídia e entrega um certificado de destruição que serve como evidência em auditoria e perante a LGPD.

Fale com a Mali Brasil

O que a LGPD exige no descarte de equipamentos

A Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018) determina, no artigo 16, que os dados pessoais sejam eliminados após o término do tratamento. Um HD, SSD, celular ou servidor descartado com dados legíveis é tratamento indevido, e a empresa controladora responde por ele perante a Autoridade Nacional de Proteção de Dados.

Ícone de arquivo

O artigo 16 da LGPD

Os dados pessoais devem ser eliminados após o término do tratamento.

Na prática, a auditoria vai perguntar três coisas: qual método foi usado para apagar cada mídia, quem executou e onde está a evidência. O serviço da Mali responde às três com o certificado de destruição emitido por mídia, com número de série.

O que é sanitização de dados (e por que formatar não basta)

Sanitização de dados é o processo de tornar os dados de uma mídia irrecuperáveis por qualquer meio conhecido, de forma verificável. É diferente de deletar (que só remove o índice do arquivo) e de formatar (que recria a tabela de partição e deixa os dados no lugar). A referência técnica é a norma NIST SP 800-88 Rev. 1, que define três níveis:

Clear

sobrescrita lógica; protege contra recuperação por software comum.

Purge

sobrescrita com verificação; protege contra técnicas de laboratório.

Destroy

destruição física da mídia (trituração, desintegração); a mídia deixa de existir.

A Mali aplica Purge quando o equipamento vai ser reaproveitado ou vendido (remarketing) e Destroy quando o cliente exige ou quando a mídia está com defeito e não aceita sobrescrita.

Ícone de tecnologia

Sanitização com software certificado: Certus e BitRaser

A Mali Brasil utiliza duas soluções de apagamento reconhecidas internacionalmente: Certus Erasure e BitRaser. As duas são certificadas ADISA no nível máximo de garantia (AAL5 — Assurance Level 5) e executam a sanitização conforme a NIST SP 800-88, com verificação automática do resultado ao final de cada ciclo. Para cada disco processado, o software gera um relatório à prova de adulteração, com assinatura digital, que contém número de série do disco, padrão utilizado, data, hora, operador e resultado da verificação. Esse relatório é a base do certificado de sanitização que o cliente recebe: a verificação é feita pelo próprio software, não declarada por quem executou, o que dá ao documento valor de evidência em auditoria.

SSDs e NVMe: por que exigem método próprio

Discos de estado sólido não respondem à sobrescrita tradicional da mesma forma que HDs magnéticos: o controlador redistribui a gravação (wear leveling) e mantém blocos reservados que o sistema operacional não enxerga. Por isso, para SSD e NVMe a Mali utiliza os procedimentos específicos para mídias de estado sólido dos softwares certificados Certus e BitRaser, com verificação do resultado, ou a destruição física quando a mídia não permite a sanitização.

Verificação da efetividade da sanitização

Além das garantias oferecidas pelos softwares Certus e BitRaser, a Mali Brasil mantém controles adicionais para assegurar a efetividade do processo, em atendimento aos requisitos da R2v3. Periodicamente, uma amostra dos equipamentos já sanitizados é selecionada, conforme os critérios da R2, e submetida a tentativas de recuperação de dados, para verificar de forma independente se o apagamento funcionou.

Até o momento, em todos os equipamentos avaliados por essa amostragem não foi possível recuperar nenhum dado. O controle funciona em três camadas: (1) softwares de sanitização certificados; (2) emissão e guarda dos registros e evidências de cada processo; (3) testes por amostragem com tentativa de recuperação, como verificação adicional da eficácia.

Destruição física: quando a mídia precisa deixar de existir

Para mídias defeituosas, fitas de backup, discos de servidores críticos ou por exigência contratual do cliente, a Mali faz a destruição física na unidade de Guarulhos (SP) ou in loco, na empresa do cliente, com equipamento próprio e a equipe do cliente acompanhando todo o processo. A modalidade in loco é avaliada caso a caso, considerando o processo completo e não apenas o volume de mídias.

O método utilizado é a trituração (shredding) de HDs, SSDs e mídias ópticas, conforme a NIST SP 800-88, com laudo de destruição emitido ao final de cada lote.

Todo o processo é filmado — exigência da certificação R2v3 — e a gravação fica arquivada por 90 dias, disponibilizada ao cliente mediante solicitação. Cada mídia é registrada pelo número de série antes da destruição. Os fragmentos seguem para reciclagem dentro da cadeia certificada R2v3 da Mali.

Veículo da Mali Brasil

Certificado de destruição e cadeia de custódia

O cliente recebe, para cada lote:

Inventário com número de série de cada mídia recebida.
Certificado de Destruição de Dados, por mídia, conforme o método utilizado (sanitização por software ou destruição física).
Laudo de destruição física, quando aplicável.
Relatório de Recebimento, Triagem e Destinação Final, que documenta a cadeia de custódia do lote.
Certificado de destinação final dos resíduos gerados.

Os documentos são emitidos em PDF assinado, enviados por e-mail ao responsável e mantidos em arquivo pela Mali por, no mínimo, 3 anos.

Como funciona a contratação

  1. Levantamento — a empresa informa quantidade e tipo de mídias e se prefere sanitização, destruição física, na Mali ou in loco.
  2. Proposta em 2 a 3 dias úteis — a Mali retorna com escopo, modalidade e valor.
  3. Coleta ou agendamento in loco — na coleta, os equipamentos saem lacrados e identificados, e o recebimento é registrado no Relatório de Recebimento, Triagem e Destinação Final. Atendimento em 26 estados.
  4. Processamento — sanitização com Certus/BitRaser ou destruição física, com registro por número de série e filmagem.
  5. Entrega dos certificados — relatórios, laudos e certificados enviados por e-mail, prontos para a auditoria.

Se os equipamentos ainda têm valor de mercado, a Mali avalia o remarketing após a sanitização, o que pode abater o custo do serviço. Para o descarte completo do parque de TI, veja o serviço de ITAD.

Certificações que sustentam o processo

A Mali Brasil é certificada R2v3 (SERI), o padrão internacional para recicladores de eletrônicos, que inclui requisitos específicos de segurança de dados (Apêndice B), além de ISO 9001, ISO 14001 e ISO 45001. As certificações são auditadas anualmente por organismo independente.

R2v3 ISO 9001, ISO 14001 e ISO 45001

Perguntas frequentes

Formatar o HD não é suficiente?

Não. A formatação recria a estrutura de arquivos, mas os dados continuam no disco e podem ser recuperados com ferramentas gratuitas. Só a sobrescrita verificada ou a destruição física garantem a eliminação.

Qual a diferença entre sanitização e destruição de dados?

Sanitização apaga os dados e preserva a mídia, que pode ser reutilizada ou vendida. Destruição física inutiliza a mídia. As duas geram certificado; a escolha depende da política de segurança da empresa e do estado do equipamento.

O certificado de destruição de dados serve para auditoria da LGPD?

Sim. O certificado identifica cada mídia por número de série, o método aplicado e o resultado da verificação, que é a evidência de eliminação que o art. 16 da LGPD exige.

Vocês fazem a destruição na minha empresa?

Sim. Oferecemos destruição in loco: nosso equipamento na sua empresa, com a sua equipe acompanhando todo o processo. A modalidade é definida caso a caso na proposta.

Qual software vocês usam para apagar os dados?

Certus Erasure e BitRaser, ambos certificados ADISA AAL5 e alinhados à NIST SP 800-88. Cada mídia recebe um relatório de apagamento com assinatura digital.

Quanto custa a destruição de dados?

O valor depende da quantidade e do tipo de mídia, do método (sanitização por software ou destruição física) e da modalidade (na Mali ou in loco). Envie o inventário pelo formulário e a Mali retorna com a proposta em 2 a 3 dias úteis.

Email:
atendimento@malibrasilreversa.com.br
Telefone Brazil Flag +55 (11) 2859-4275 Endereço

Rua Etelvina, 63 – Vila Rosália.

Guarulhos SP – Cep-07070-140