Todo equipamento que sai da sua empresa carrega dados: contratos, folhas de pagamento, cadastros de clientes, credenciais. Formatar não apaga nada disso — os dados continuam recuperáveis com software gratuito. A Mali Brasil faz a destruição de dados com método reconhecido (sanitização por software certificado ou destruição física), registra cada mídia e entrega um certificado de destruição que serve como evidência em auditoria e perante a LGPD.
Fale com a Mali BrasilA Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018) determina, no artigo 16, que os dados pessoais sejam eliminados após o término do tratamento. Um HD, SSD, celular ou servidor descartado com dados legíveis é tratamento indevido, e a empresa controladora responde por ele perante a Autoridade Nacional de Proteção de Dados.
Os dados pessoais devem ser eliminados após o término do tratamento.
Na prática, a auditoria vai perguntar três coisas: qual método foi usado para apagar cada mídia, quem executou e onde está a evidência. O serviço da Mali responde às três com o certificado de destruição emitido por mídia, com número de série.
Sanitização de dados é o processo de tornar os dados de uma mídia irrecuperáveis por qualquer meio conhecido, de forma verificável. É diferente de deletar (que só remove o índice do arquivo) e de formatar (que recria a tabela de partição e deixa os dados no lugar). A referência técnica é a norma NIST SP 800-88 Rev. 1, que define três níveis:
sobrescrita lógica; protege contra recuperação por software comum.
sobrescrita com verificação; protege contra técnicas de laboratório.
destruição física da mídia (trituração, desintegração); a mídia deixa de existir.
A Mali aplica Purge quando o equipamento vai ser reaproveitado ou vendido (remarketing) e Destroy quando o cliente exige ou quando a mídia está com defeito e não aceita sobrescrita.
A Mali Brasil utiliza duas soluções de apagamento reconhecidas internacionalmente: Certus Erasure e BitRaser. As duas são certificadas ADISA no nível máximo de garantia (AAL5 — Assurance Level 5) e executam a sanitização conforme a NIST SP 800-88, com verificação automática do resultado ao final de cada ciclo. Para cada disco processado, o software gera um relatório à prova de adulteração, com assinatura digital, que contém número de série do disco, padrão utilizado, data, hora, operador e resultado da verificação. Esse relatório é a base do certificado de sanitização que o cliente recebe: a verificação é feita pelo próprio software, não declarada por quem executou, o que dá ao documento valor de evidência em auditoria.
Discos de estado sólido não respondem à sobrescrita tradicional da mesma forma que HDs magnéticos: o controlador redistribui a gravação (wear leveling) e mantém blocos reservados que o sistema operacional não enxerga. Por isso, para SSD e NVMe a Mali utiliza os procedimentos específicos para mídias de estado sólido dos softwares certificados Certus e BitRaser, com verificação do resultado, ou a destruição física quando a mídia não permite a sanitização.
Além das garantias oferecidas pelos softwares Certus e BitRaser, a Mali Brasil mantém controles adicionais para assegurar a efetividade do processo, em atendimento aos requisitos da R2v3. Periodicamente, uma amostra dos equipamentos já sanitizados é selecionada, conforme os critérios da R2, e submetida a tentativas de recuperação de dados, para verificar de forma independente se o apagamento funcionou.
Até o momento, em todos os equipamentos avaliados por essa amostragem não foi possível recuperar nenhum dado. O controle funciona em três camadas: (1) softwares de sanitização certificados; (2) emissão e guarda dos registros e evidências de cada processo; (3) testes por amostragem com tentativa de recuperação, como verificação adicional da eficácia.
Para mídias defeituosas, fitas de backup, discos de servidores críticos ou por exigência contratual do cliente, a Mali faz a destruição física na unidade de Guarulhos (SP) ou in loco, na empresa do cliente, com equipamento próprio e a equipe do cliente acompanhando todo o processo. A modalidade in loco é avaliada caso a caso, considerando o processo completo e não apenas o volume de mídias.
O método utilizado é a trituração (shredding) de HDs, SSDs e mídias ópticas, conforme a NIST SP 800-88, com laudo de destruição emitido ao final de cada lote.
Todo o processo é filmado — exigência da certificação R2v3 — e a gravação fica arquivada por 90 dias, disponibilizada ao cliente mediante solicitação. Cada mídia é registrada pelo número de série antes da destruição. Os fragmentos seguem para reciclagem dentro da cadeia certificada R2v3 da Mali.
O cliente recebe, para cada lote:
Os documentos são emitidos em PDF assinado, enviados por e-mail ao responsável e mantidos em arquivo pela Mali por, no mínimo, 3 anos.
Se os equipamentos ainda têm valor de mercado, a Mali avalia o remarketing após a sanitização, o que pode abater o custo do serviço. Para o descarte completo do parque de TI, veja o serviço de ITAD.
A Mali Brasil é certificada R2v3 (SERI), o padrão internacional para recicladores de eletrônicos, que inclui requisitos específicos de segurança de dados (Apêndice B), além de ISO 9001, ISO 14001 e ISO 45001. As certificações são auditadas anualmente por organismo independente.
Não. A formatação recria a estrutura de arquivos, mas os dados continuam no disco e podem ser recuperados com ferramentas gratuitas. Só a sobrescrita verificada ou a destruição física garantem a eliminação.
Sanitização apaga os dados e preserva a mídia, que pode ser reutilizada ou vendida. Destruição física inutiliza a mídia. As duas geram certificado; a escolha depende da política de segurança da empresa e do estado do equipamento.
Sim. O certificado identifica cada mídia por número de série, o método aplicado e o resultado da verificação, que é a evidência de eliminação que o art. 16 da LGPD exige.
Sim. Oferecemos destruição in loco: nosso equipamento na sua empresa, com a sua equipe acompanhando todo o processo. A modalidade é definida caso a caso na proposta.
Certus Erasure e BitRaser, ambos certificados ADISA AAL5 e alinhados à NIST SP 800-88. Cada mídia recebe um relatório de apagamento com assinatura digital.
O valor depende da quantidade e do tipo de mídia, do método (sanitização por software ou destruição física) e da modalidade (na Mali ou in loco). Envie o inventário pelo formulário e a Mali retorna com a proposta em 2 a 3 dias úteis.
Rua Etelvina, 63 – Vila Rosália.
Guarulhos SP – Cep-07070-140